Domingo, 20 de Setembro de 2009
...

 

 

 

 «Os homens guiados pela razão procuram o que lhes é útil.

O que é mais útil para qualquer homem é o seu semelhante,

cuja força, combinada com a sua, lhe proporcione

uma segurança maior, prosperidade e conhecimento.»


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Espinosa # 55

 

«O problema fundamental de toda a política,

que já é o problema das instituições políticas

e da perservação do Estado,

 

é conhecer como a razão e a imaginação interagem,

como contribuem para a sociabilidade.»

 

 

op.cit., p.108

 


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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
Espinosa # 54

 

«A distinção artificial entre conhecimento e afectividade
tem de ser substituída por outra distinção:
 
aquele entre tipos diferentes de conhecimento
que correspondem a diferentes regimes afectivos.
 
 
Há dois tipos principais de conhecimento,
imaginação e razão,
 
que se opõem um ao outro como passivo para activo.
 

Na realidade, todos os homens
vivem em ambos os mundos
da imaginação e da razão.»
 
op.cit., p.108
 

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Espinosa # 53

 

«Spinoza rejeita a distinção tradicional entre conhecimento e afectividade.
Qualquer ideia é sempre e já acompanhada de um afecto (alegria ou tristeza).
 
Recíprocamente, qualquer afecto está ligado a uma representação
(imagem verbo ou conceito).
 
Quandoconhecemos as coisas adequadamente, pelas suas causas,
não estamos desligados do registo afectivo.»

 

 

op.cit., p.108

 


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Domingo, 12 de Julho de 2009
Espinosa # 52

 

«Dizer que todos os indivíduos são diferentes não é dizer que possam isolar-se entre si.
A ideia de um tal isolamento é simplesmente uma outra abstracção mistificatória.
É a relação de cada indivíduo com outros indivíduos e suas recíprocas acções e
paixões que determina a forma do desejo do indivíduo e activa o seu poder.
Singularidade é uma função trans-individual. É uma função da comunicação.»

 

 

op.cit., p.108

 


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Domingo, 21 de Junho de 2009
Espinosa # 51

 

«O termo ‘essência’ não se refere a uma ideia geral de humanidade...

ao contrário, refere-se precisamente ao poder que singularisa cada indivíduo,

conferindo-lhe um destino único.

 

Deste modo afirmar que «o desejo é a essência do homem»

é afirmar que «cada indivíduo é irredutível na diferença do seu próprio desejo»».

 

op.cit., p.107


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Sábado, 20 de Junho de 2009
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Espinosa # 50

 

«É por isso que a distinção essencial aqui é não entre o consciente e o inconsciente,

mas entre actividade e passividade dependente de ou o indivíduo

é dominado pelo objecto no qual o seu desejo enfoca ou ele

se torna por si próprio a causa adequada do objecto.

 

Todos os polimórficos modos de desejo não são mais do que

um certo grau de actividade o qual é suficiente para superar a passividade,

um diferencial positivo entre a vida e a morte

 

op.cit., p.107


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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Espinosa # 49

 

«A maior originalidade de Spinoza é ter proposto
que o objecto do desejo não é nem predeterminado
nem já definido, mas é mutável e pode ser substituído.
 
A única excepção a esta regra
é o desejo do conhecimento racional
cujo objecto é qualquer coisa singular

 

 op.cit., p.107


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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Espinosa # 48

 

«O desejo não é a expressão de uma falta.

Ao contrário, é essencialmente positivo.

Mas, é a expressão de uma finitude.

 

Porque nenhum indivíduo tem o poder de perseverar absolutamente.

Tudo o que pode fazer é obstruír, com mais ou menos sucesso e permanência,

aquelas causas internas e externas que tendem à sua destruição.»

 

 

op. cit., p. 107


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