Sábado, 29 de Abril de 2006
Wittgenstein # 79

§ 656 Para que é que eu digo a uma pessoa que tive anteriormente este e aquele desejo?

— Vê o jogo de linguagem como aquilo que é primordial!

E considera as sensações, etc., como consideras

um ponto de vista, uma interpretação

de linguagem!

Poder-se-ia perguntar:

Como é que os homens evoluíram para produzir expressões verbais às quais chamamos «relato de um desejo passado»

ou de uma intenção passada?

 

 



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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006
Wiitgenstein # 78

§ 654 O nosso erro consiste em procurar uma explicação

onde devemos ver os factos como «o fenómeno primordial». Isto é, onde devíamos dizer: este jogo de linguagem joga-se.



publicado por vbm às 19:00
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Terça-feira, 25 de Abril de 2006
Wittgenstein # 77

§ 621 Mas não esquecemos qualquer coisa?

Se «ergo o meu braço», o meu braço ergue-se.

E o problema surge: o que é o resto que fica

se eu subtrair ao facto de que eu ergo o meu braço,

o facto de que o meu braço se ergue?

(São, então, as sensações cinestésicas o meu querer?)



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Domingo, 23 de Abril de 2006
Wittgenstein # 76

§ 593 Uma causa principal de doença em Filosofia

é uma dieta unilateral: — uma pessoa

alimenta o seu pensamento apenas

com um género de exemplo.



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Sexta-feira, 21 de Abril de 2006
Wittgenstein # 75

§ 580 Uma expectativa está inserida numa situação,

da qual resulta. ( )



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Quarta-feira, 19 de Abril de 2006
Wittgenstein # 74
§ 572 Gramaticalmente a expectativa é um estado; como é ter uma opinião, ter uma esperança, saber uma coisa, ser capaz de fazer
uma coisa. Mas para compreender a gramática destes estados
tem que fazer-se a pergunta: «Qual é o critério válido para
determinar que uma pessoa está num destes estados?»
(Estado de dureza, de peso, de ajustamento).


publicado por vbm às 19:59
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006
Wittgenstein # 73

§ 569 A linguagem é um instrumento. Os conceitos da linguagem são instrumentos. ( ) § 570 Os conceitos levam-nos a fazer investigações. São a expressão do nosso interesse e guiam o nosso interesse.



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Sábado, 15 de Abril de 2006
Wittgenstein # 72

§ 558-561 [«é» como cópula e como sinal de igual, =.]

 

I.F., II Parte, ii.3 As palavras «a rosa é vermelha» não fazem sentido quando a palavra «é» tem o sentido de «é igual a». Significa isto que quando tu pronuncias aquela frase e intencionas «é» como sinal de igualdade, o sentido se desintegra.



publicado por vbm às 08:51
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2006
Wittgenstein # 71

§ 560 «O sentido da palavra é

aquilo que a explicação do sentido explica.» ( )

 



publicado por vbm às 09:18
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Terça-feira, 11 de Abril de 2006
...

     

 

     o silêncio desce sobre todas as coisas

     na casa tudo se transforma em letras (sombre)abertas simulando a palavra

     muda.

     e eu espero, imóvel, imersa numa inquietude branca e terna

     que o crepúsculo me acenda os olhos e deixe no entre lábios um ardor, um

     suave ardor,

     concedendo à língua o desejo de queimar,

     uma e outra vez,

     sempre que te(me) penso, ou tão somente, desejo.

 

 

 

Ana de Sousa, Fragmentos-Livro I,

Intensidez, 2006, frg.153.

 

 

 

 



publicado por vbm às 12:04
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